Prevenção de quedas

No envelhecimento, uma queda pode causar fraturas, internações, perda de independência e medo de se movimentar. Muitas vezes, um único episódio já é suficiente para impactar profundamente a rotina do paciente e da família.

A maioria das quedas pode ser evitada com identificação precoce dos riscos. A avaliação geriátrica orienta medidas práticas para aumentar a segurança no dia a dia, preservando autonomia, mobilidade e qualidade de vida.

Quando a prevenção de quedas é indicada?

A avaliação para prevenção de quedas é indicada para pessoas que:

Mesmo sem quedas prévias, avaliar o risco é fundamental.

Sobre a médica

Sou a Dra. Amanda Fialho, médica com especialização em Clínica Médica e Geriatria.

Na geriatria, a prevenção de quedas é uma das principais estratégias para preservar autonomia e funcionalidade. A avaliação é sempre individualizada, considerando o paciente como um todo, e não apenas um fator isolado.

Como funciona a avaliação do risco de queda?

A avaliação para prevenção de quedas envolve:

Com base nesses dados, é elaborado um plano de prevenção individualizado, focado em reduzir riscos reais.

Por que prevenir de quedas é tão importante

Prevenir quedas é preservar movimento, autonomia e confiança.

Sobre o atendimento

A prevenção de quedas exige avaliação cuidadosa e acompanhamento. O atendimento é baseado em:

O objetivo é reduzir riscos sem limitar a autonomia.

Se você já caiu, sente insegurança ao andar ou quer prevenir riscos futuros, a avaliação é o primeiro passo.

Agende sua consulta e receba orientação médica segura e personalizada.

Onde atendo

O atendimento domiciliar é realizado em:

São Caetano
do Sul

Região
do AB

Algumas áreas da cidade de
São Paulo

A partir dessa avaliação, é elaborado um plano de cuidado individualizado, adequado à realidade do paciente e da família.

Dúvidas frequentes

Toda queda precisa ser investigada?

Sim. Quedas no envelhecimento nunca devem ser consideradas normais.

Sim. Avaliar fatores de risco ajuda a prevenir quedas futuras.

Não. O objetivo é tornar as atividades mais seguras, preservando autonomia.

Sim. A orientação familiar é fundamental para prevenção eficaz.