Revisão de medicamentos e redução de polifarmácia

Com o envelhecimento, é comum o aumento do número de medicamentos em uso. A polifarmácia pode causar efeitos importantes, como tontura, quedas, confusão mental e perda de funcionalidade.

A revisão de medicações é essencial no cuidado geriátrico para garantir tratamentos realmente necessários, seguros e adequados a cada fase da vida.

Quando a revisão de medicações é indicada?

A avaliação é indicada para pessoas que:

Revisar as medicações é uma forma de cuidar da saúde com mais segurança.

Sobre a médica

Sou a Dra. Amanda Fialho, médica com especialização em Clínica Médica e Geriatria.

A revisão de medicações faz parte da abordagem global do cuidado geriátrico, buscando reduzir riscos, evitar excessos e adequar os tratamentos às reais necessidades do paciente, sempre com base em avaliação criteriosa e decisões compartilhadas.

Como funciona a revisão de medicações

A revisão vai além de simplesmente “tirar remédios”. Durante a consulta, são avaliados:

A partir dessa análise, é construído um plano terapêutico mais seguro, com ajustes graduais e monitorados.

Por que reduzir a polifarmácia é tão importante?

Reduzir a polifarmácia não significa abandonar tratamentos, mas usar apenas o que realmente faz sentido.

Sobre o atendimento

A revisão de medicações exige cuidado, tempo e acompanhamento. O atendimento é baseado em:

O foco é promover mais segurança, funcionalidade e bem-estar.

Se você usa muitos medicamentos ou tem dúvidas sobre seus tratamentos, a revisão geriátrica pode fazer a diferença.

Agende sua consulta e receba orientação médica segura e personalizada.

Onde atendo

O atendimento domiciliar é realizado em:

São Caetano
do Sul

Região
do AB

Algumas áreas da cidade de
São Paulo

A partir dessa avaliação, é elaborado um plano de cuidado individualizado, adequado à realidade do paciente e da família.

Dúvidas frequentes

Posso parar remédios por conta própria?

Não. Toda mudança deve ser feita com orientação médica.

Quando bem orientada, a revisão visa manter o controle com mais segurança.

Depende do caso. Em muitos casos, os ajustes são feitos de forma gradual.

Sim. A participação da família ajuda na organização e adesão ao tratamento.